sábado, 10 de dezembro de 2016

NOVOS SITES E BLOGS!

Olá,

Este Blog não será mais atualizado. Me acompanhem através dos novos endereços;

https://andrecaliman.com/

https://calimanviajando.com/

Obrigado.

André.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Novos traços.

Ando trabalhando em alguns novos projetos e personagens, aqui vai um pouco desse novo momento.




segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

"Revolta!" e "Um Rock para Caçador" na COMIC CON EXPIERIENCE!

Ambos os álbuns disponíveis na mesa 50 da Artists Alley:

http://www.ccxp.com.br/experiencia/artists-alley/andre-caliman-mesa-50



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

lançamento "Um Rock Para Caçador"

Nesta sexta, dia 28, vamos lançar em Caçador a coletânea UM ROCK PARA CAÇADOR editada por mim e que reúne todos esses talentosíssimos autores:


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

BRASIL COMIC CON

Esse fim de semana estarei muito bem acompanhado na Brasil Comic Con!!!


terça-feira, 28 de outubro de 2014

"UM ROCK PARA CAÇADOR" - Capa.

É com muito prazer que apresento a vocês a capa do álbum "Um Rock para Caçador", produzido através de Fundação Municipal de Cultura de Caçador, reunindo grandes nomes do quadrinho brasileiro: Mario Cau, Gian Danton, Antonio Eder, José Aguiar, Walkir Fernandes, Will Sideralman, Paulo Kielwagen, André Caliman, Magnon Almeida, Carol Sakura, Liber Paz, Gerson Witte, Fabrizio Andriani, Cleiton Patrick, Aluisio Barbosa e Biribinha. Lançamento em Novembro de 2014.

Curta a página no facebook para mais informações sobre o lançamento:

domingo, 10 de agosto de 2014

Voltando a publicar no blog.

Ausente por um tempo do blog, estive viajando com meu álbum novo REVOLTA!. Mas agora de volta a Curitiba e ansioso pela GIBICON, na qual participarei em alguns eventos, posto aqui uma arte nova. Chico Bento!


quinta-feira, 22 de maio de 2014

NOVIDADES.

Olá, esse blog está servindo mais como portfolio, portanto para acompanhar as novidades sobre o lançamento do meu último livro "REVOLTA!", acesse: http://revoltahq.blogspot.com.br/

E para acompanhar meu novo projeto acesse: http://calimanviajando.blogspot.com.br/

Nos vemos por lá!

Abraços!!!

André Caliman

domingo, 9 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

FIQ 2013

Difícil escrever sobre o FIQ. O que posso dizer é que foi, além de muito proveitoso para divulgar meu projeto do REVOLTA!, muito emocionante.

Encontrar os colegas de sempre e conhecer novos, ver o que está sendo produzido no Brasil todo. Conversar com o público que, na maior parte do tempo, tenho contato apenas através da internet. Ver o início do evento, passar por ele todos os dias (e noites). Saborear cada pedaço, cada momento, e depois ver seu desfecho, que deixa uma tristeza doce.

Que venham outros FIQs.

Quero agradecer a todos que adquiriram a prévia da minha hq Revolta!, e que assinaram a minha lista negra. Em breve, informações do lançamento, previsto para janeiro de 2014.

















segunda-feira, 21 de outubro de 2013

COLUNA - Quadrinhos Que Fazemos - 02


SE É PRA SER AUTOR - por André Caliman


Neste segundo artigo, resolvi explicar o porquê do nome desta coluna. Como autor de histórias em quadrinhos me pergunto sempre que tipo de quadrinhos estou produzindo para o meu público. E quando penso nisso, sempre acabo pensando no tipo de quadrinhos que eu leio, e mais importante ainda, nos quadrinhos que eu li.

Muito do que somos e gostamos é resultado daquilo que vimos e aprendemos na infância, adolescência e fase adulta, é claro. E para um autor, não seria essa carga que vai definir a direção do seu trabalho? Receio que isto seja verdade. Ah, por que o receio? Simples, basta ir à banca mais próxima e ver o que está em cima das prateleiras.

Talvez isso explique porque temos muito mais profissionais de quadrinhos trabalhando para o mercado americano de super-heróis, do que enriquecendo as prateleiras das nossas livrarias. Ah, as livrarias...


Isso não é uma crítica aos incríveis quadrinistas brasileiros que fazem o mercado americano muito mais suportável. Eles acharam o mercado e estão fazendo um trabalho maravilhoso. Mas aqui nesta coluna, pretendo mostrar sempre mais do quadrinho autoral brasileiro (exemplos acima). Ainda há pouco, porém está ficando cada vez mais fácil de achar: Na internet, comic chops e nas livrarias. Procure a sessão de quadrinhos da próxima vez que entrar numa livraria e com certeza terá uma grata surpresa. Claro que constatará bem rápido que, mesmo lá, os brasileiros são minoria. Mas eles estão lá. E são muito bons!

Voltando ao conflito: Por que temos poucos autores e, por consequência, poucas obras significativas em quadrinhos (tomando outros países como parâmetro)? Seria a herança amarga da covardia dos editores do passado? Seria a falta de crença desses editores nos autores nacionais? Seria a nossa conhecida cultura de valorizar mais as coisas de fora?

Em contrapartida, devo agradecê-los (os editores) por, ao fazerem isso, terem aberto meus olhos sobre a possibilidade de ser um autor mais voltado à minha realidade como quadrinista brasileiro?

A maioria dos meus autores favoritos é estrangeira e eu adoro o trabalho deles. Mas se é para ser autor, recuso-me a redesenhar o mesmo super-herói voando na mesma direção e me convencendo que a causa dele é a minha causa. E a situação mais dramática e mais libertadora: Ao criar um personagem, me recuso a chamá-lo de James, Peter ou Mary.

Sabendo disso, sei que agora é a hora de seguir o caminho certo. Esse caminho está sendo construído, e para funcionar, falta uma peça. Os leitores precisam descobrir seus próprios autores.

Certa vez, alguns meses atrás, fui fazer um lanche num bar próximo ao meu estúdio, e o balconista perguntou o que eu fazia. Eu disse que fazia quadrinhos e ele disse ser um grande leitor, desde pequeno. E prontamente me perguntou quais eram os meus quadrinhos, na mais utópica certeza de que os acharia na banca ali na frente. Eu respondi quais eram, mas disse que grande parte deles havia sido publicada apenas nos Estados Unidos e a outra parte não era assim tão fácil de achar.

Ele ficou desanimado, mas se impressionou quando eu disse que muitos quadrinistas brasileiros trabalham para editoras americanas, inclusive desenhando os super-heróis que ele lê por aqui, com algum tempo de atraso entre a publicação aqui e lá.

Num determinado momento da conversa, chegamos a comparar os artistas de quadrinhos brasileiros com as laranjas brasileiras que bebemos exprimidas nas caixinhas de suco de marca estrangeira. Assim como os quadrinistas, estas têm de viajar para fora do país a fim de ganharem valor e depois voltarem empacotadas numa embalagem feita por outros.

Pareço pessimista? Acreditem, está mais para realista.

Para mudar essa realidade, precisamos acreditar e, principalmente, consumir mais dos nossos autores, pois o autor é alguém que olha para si mesmo, para sua realidade e cria algo a partir disso, criando uma ligação com os leitores que vivem os mesmos prazeres e dificuldades.

Nosso quadrinho autoral deve ganhar mais força, e novamente, mídias alternativas, como o Catarse, que viabiliza essa mudança:








Se for para ser autor, é bom assumir a responsabilidade que isso implica a despeito do que o mercado aponta como bonito ou feio, e se for para alguém ditar as regras dos quadrinhos que fazemos, que seja o leitor, e que este tenha a possibilidade de conhecê-los antes. E se não gostarem, nada terá sido em vão, pois se for para ser autor, há de se ter mais do que liberdade, há de ter coragem.

Até a próxima!

André Caliman.


COLUNA - Quadrinhos Que Fazemos - 01


REVOLTA! - por André Caliman


Eu lembro que, do meu ponto de vista, diante de uma das mesas do bar Chinasky, exatamente detrás do meu copo de cerveja, sempre à noite depois do trabalho, eu achava 2012 um ano conturbado. Mas não eram as coisas ao meu redor que pareciam conturbadas. Eram as coisas que passavam pela minha cabeça, me dizendo, sem cessar, que todo mundo parecia estar parado demais. Ou seria apenas eu quem estava parado demais?

Na época eu terminava alguns projetos de quadrinhos e deixava outros se arrastarem, mas faltava algum projeto que me entusiasmasse, e mais, que eu sentisse fazer parte da realidade que eu vivia. Eu tinha que fazer isso, mas a ideia que eu já havia tido alguns meses antes não parecia muito interessante. Era sobre um grupo de amigos que invadia palácios do governo e faziam coisas que ninguém tinha tempo, coragem, ou falta de bom senso pra fazer.

Mas essa ideia não era o suficiente, pois esses amigos seriam heróis, representariam um ideal. Parecia bonito, mas não tinha nada a ver com a realidade do meu ponto de vista, diante de uma das mesas do bar Chinasky, exatamente detrás do meu copo de cerveja e ao lado de meus grandes amigos. Engraçados, leais, trabalhadores. Porém humanos, com todas as falhas que essa categoria engloba.

A Gibicon estava chegando em Curitiba, e eu queria lançar algo novo por lá. Reescrevi a minha ideia, matando o heroísmo no primeiro capítulo, e o resto veio naturalmente.


Eu estou abrindo essa coluna falando sobre o meu próprio trabalho, pois o momento é propício. Eu lancei o primeiro capítulo da “Revolta!” em Outubro de 2012 e desde então lanço um capítulo por mês nesse blog: http://revoltahq.blogspot.com.br/. E agora, estou com um projeto no Catarse para transformar a “Revolta!” em livro impresso. Qualquer pessoa pode contribuir e as recompensas vão aumentando junto com o valor da contribuição. Por exemplo, pagando 25 reais, já recebe o livro em casa em dezembro deste ano.

Eis o link do projeto: http://catarse.me/pt/revolta

Com o site do Catarse, os autores que têm a possibilidade de viabilizar seus projetos sem a interferência de editoras. Propondo ao seu público uma compra antecipada do seu material, e com isso, poder pagar os custos da realização da obra. O autor ganha e o público também.

A única coisa necessária é acessar o site e fazer a compra de forma rápida e fácil. Ou seja, você só precisa de um pequeno esforço:


Se você leu até aqui, é uma pessoa interessada, então vale também dizer o quanto é importante a iniciativa do público em apoiar esse tipo de projeto cultural. Pois está desvinculado de qualquer tipo de demanda de mercado que as editoras insistem em seguir, reprimindo obras inovadoras e autorais.

2013 chegou, e com ele a revolta real, nas ruas. As pessoas antes estagnadas passaram a gritar por seus direitos. A revolta que eu desenhava ganhava vida, mas dessa eu não sou autor. Todos somos autores de uma nova realidade, e não de um sonho, como era antes. E o meu ponto de vista passou a ser a do lado de fora dos bares, dos computadores e das opiniões ultrapassadas de quem já viveu suas mudanças.

As mudanças continuam depois de quem as promove, e isso ocorre porque nós continuamos nos mudando afim de atingir novas perspectivas, novos pontos de vista.

Até a próxima!

André Caliman.

Entrevistas recentes.



Outras entrevistas recentes:

GAZ+ GAZETA DO POVO


MONOTIPIA
http://monotipia.tumblr.com/post/58798329272/032

QUADRIM
http://www.quadrimcast.com.br/2013/10/16/quadrim-entrevista-andre-caliman/

PROSA CURITIBANA
http://www.youtube.com/watch?v=dkTkG1pdP0k

SUCESSO NO CATARSE!!!


A meta no Catarse foi atingida e o livro da minha hq "REVOLTA!" foi financiado por seus próprios leitores. Em Dezembro o livro será lançado. Pra você que ainda não conhece, aqui está o blog da Revolta!

http://revoltahq.blogspot.com.br/